Saudades!

Estou respondendo aos comentários aqui mesmo, no próprio formulário de comentário, ok?

Bjos
21/11/2009

Por que agimos como agimos? Tim Lahaye


Esse é um livro que fez parte da brilhante fase de LaHaye e sua esposa Beverly como conselheiros bíblicos, conferencistas e diretores de um dos maiores ministérios de terapia bíblica do mundo. LaHaye é pastor emérito da Igreja Batista de Prestonwood em Dallas, Texas, EUA e presidente da Tim LaHaye Ministries. 'Por que agimos como agimos?' é um verdadeiro curso sobre temperamentos, personalidades e características básicas de comportamento dos seres humanos sobre a face da terra. Nesse livro, Tim LaHaye trata dos seguintes temas - O poder do temperamento e da personalidade; Você já conhece a sua própria personalidade, seu temperamento?; O que é temperamento e vocação?; O temperamento e as emoções; Os temperamentos do namoro ao casamento; Os temperamentos em relação ao amor e ao sexo; Os temperamentos e a vida espiritual.

E então, conforme o prometido, hoje iniciamos uma nova série de postagens por aqui. Sabe que eu tô gostando desse negócio de séries? E essa vai ser longa, ou melhor, eu vou emendar uma série na outra porque um assunto tem a ver com o outro.

Essa parte dos quatro temperamentos, a princípio, terá 8 postagens (3 livros + 4 temperamentos + 1 conclusão), mas só Deus sabe o que eu vou inventar de fazer no meio do caminho!

O primeiro livro é a versão ampliada de Temperamento controlado pelo Espírito e posso dizer que é o principal. Lá conhecemos os 4 temperamentos e suas 12 combinações 2 a 2. É um livro muito interessante mesmo. É muito bom se identificar com as situações que o autor cita. Principalmente porque eu estava numa fase meio desgostosa comigo mesma, sabe? Odiando os meus defeitos, minhas fraquezas, meu jeito explosivo. Eu já sabia o meu temperamento primário – grande coisa, né... Qualquer um que me conheça um pouquinho sabe que eu sou colérica. Mas o secundário, melancólico, foi uma surpresa, eu achava que era colérico-sanguínea, porque sou chorona. Mas quando ele começou a exposição das características do ColMel eu me enxerguei ali e tive que rir com tanta identificação.

Comecei o livro triste pelos meus defeitos e terminei feliz com as minhas qualidades. Hoje, quando falo ‘sou colérica’ é com uma satisfação interior que nunca havia sentido antes. Por me conhecer melhor e também por conhecer o que Deus fala sobre isso. Por saber que eu posso ser controlada pelo Espírito que irá me fortalecer naquelas áreas onde, naturalmente, eu sou mais fraca.

Eu não queria escrever um texto muito pessoal, ia deixar pra falar sobre mim só no outro blog, mas não tem jeito de dizer o quanto gostei do livro sem falar dos sentimentos que ele despertou em mim. Acho que é um livro que todos deveriam ler, recomendo fortemente!

Só teve uma coisa que me deixou meio irada (ira = o problema mais grave dos coléricos, mas que eu vou vencer em nome de Jesus, rs). A edição é muito ruim. Pra começar, a capa começou a se desfazer logo nos primeiros dias. Depois comecei a encontrar alguns erros de português no texto. Até chegar ao ponto crítico: trocaram o nome de um temperamento. Juro, gente... Eu percebi esse problema duas vezes e espero que sejam as únicas. Porque, imagina só, pra uma pessoa que nunca leu nada a respeito de repente ler que ‘o fleumático é um cara explosivo’ ou que ‘o sanguíneo é extremamente organizado e perfeccionista’. Não dá, né?

Editora Press Abba, mais cuidado na edição, por favor! Esse livro é praticamente um clássico da literatura evangélica, foi escrito em 1984 (eu nem era nascida ainda!) e já está na sétima edição em português. Encontrar erros desse nível é inadmissível!

É isso... Aqui a gente elogia, mas também critica quando tem que criticar. Aliás, a franqueza é outra característica que adquiri com o meu temperamento forte e extrovertido, rsrs. (Ta dando pra perceber que eu agora enxergo tudo por esse lado, né? Fica mais fácil até pra orar, quando eu quero pedir pra Deus mudar alguma coisa em mim, já sei onde é o problema, rs)

Bjos

2012


A cultura Maia afirma que a terra, como a gente conhece, terá um fim no ano de 2012. A teoria revela que o fim da terra começa com o alinhamento planetário e uma inversão dos pólos da Terra após um grande tsunami. Após isto o caos se instala e o planeta terra começa a se tornar inabitável.

Domingo, 15 de novembro, no meio da EBD...

Bruna: Ontem eu morri de medo assistindo 2012, é muito doido.
Geisi: Eu tô querendo ver hoje. Vamo, Cíntia?
Cíntia: Hmm... Eu tenho que fazer chapinha no cabelo e ir na lan-house. Mas ta bom, vamos.

Só assim mesmo pra eu ir ao cinema. Marcar? Não, isso não funciona comigo. E a Geisi bem sabe como me convencer, porque quando ela chama eu quase nunca nego. Deve ser porque ela não me dá muito tempo pra pensar, é agora ou nunca! Fomos na sessão de meio-dia do BH Shopping (pra dar tempo de eu fazer minha chapinha depois. A lan-house teve q ficar pra segunda à noite) e, depois do sufoco pra conseguir pegar os ônibus certos nas horas certas – afinal, ônibus no domingo é uma ‘coisa’ – nós entramos exatamente às 12:12 – se eu fosse supersticiosa, ia ficar com medo desse número – nos segundos finais do último trailer.

Vamos ao filme: Pra quem gosta do gênero – eu gosto – é um bom filme e vale a pena assistir. Mas só isso. Nada de extraordinário. Resumindo, é uma mistura de Impacto profundo com Titanic* com A Arca de Noé**. Tem todos os elementos que caracterizam esse tipo de filme: um cientista brilhante que descobre um desastre iminente a colocar em risco a vida na Terra; um cara que não tem nada a ver com o cientista brilhante, mas que cruza seu caminho por acaso e passa a ser o protagonista do filme; romance; crianças bonitinhas; um presidente dos EUA – negro, é claro – disposto a dar a vida pela humanidade; milionários que não estão nem aí pra humanidade, só querem se safar; etc.

Junte à ‘massa’ pré-fabricada: um debate ético sobre quem deve ter o direito de se salvar; personagens inúteis aos quais você se afeiçoa – e que depois morrem; um personagem praticamente imortal que sobrevive em situações praticamente impossíveis disso acontecer – não vou citar exemplos pra não estragar as surpresas, mas acredite, quando você pensa que o fulano vai morrer, ele ressurge das cinzas.

Com todos esses elementos bem encaixados pelo diretor de Independence Day e O dia depois de amanhã, não tem como ser um filme ruim. Mas... Pelo tom da minha resenha já deve ter dado pra perceber que nem tudo são flores. Fiquei decepcionada! Poxa, fizeram tanto alarde com esse filme e a ‘profecia’ maia de que o fim do mundo se dará no dia 21/12/12 e a história mal cita a tal profecia. Não tem nenhuma explicação pra quem não sabe do que se trata a paradinha do alinhamento planetário e talz (ou eu tava MUITO distraída e não percebi).


Li sobre um filme que ia ‘refletir’ sobre as teorias escatológicas – entre elas a verdade teoria da volta de Jesus, pregada pelos crentes. E assisti a um filme em que as placas tectônicas se movem desordenadamente e estão prestes a destruir toda a terra. Ta certo que tudo acontece em 2012. Mas poderia acontecer em 2009, em 3724 ou em 1241, tanto faz essa informação para o desenrolar da história. Tirando um maluco (John, se não me engano) que tem uma rádio instalada clandestinamente no parque de Yellostone, onde tem um vulcão prestes a explodir, e que espalha a notícia de que: “O mundo vai acabar e as autoridades não vão te contar isso. Os maias já sabiam disso há milhares de anos, mas as autoridades não vão te contar. Não importa o que aconteça, vocês ouviram primeiro aqui”.

Gostei do filme; como já disse, é bom. Mas me senti enganada ao pensar que este teria um conteúdo diferente dos vários outros filmes do gênero.

Recomendo pra quem gosta de explosões, alagamentos, vulcões, etc. Pra quem já assistiu algum dos que eu citei e não curte o estilo, melhor não se arriscar e gastar de outra forma as quase 3 horas de filme.

Bjos

* Sim, você leu certo. Foi Titanic mesmo que eu quis dizer.
** Não sei se tem algum filme com esse nome. Estou me referindo à narrativa bíblica da arca de Noé, Gênesis 6.

Dicas blogger 1 - Popup de comentários

Quando criamos e configuramos um blog no blogger, temos três formas diferentes de permitir os comentários: popup, nova página ou na mesma página. Desde que criei o blog, eu recomendo firmemente que todos utilizem o popup e agora vou explicar por que1. 





Vou explicar o que acontece para cada uma dessas opções quando o leitor clica em “Comentar”. 


Mesma página
Vantagem
~> A visita ao post específico pode ser computada pelas ferramentas estatísticas. 


Desvantagens
~> Requer que toda a página do blog seja carregada, com todas as suas imagens, links e gadgets. Ou seja, é a alternativa mais demorada.
~> A palavra de confirmação só aparece depois que você clica no botão pela primeira vez. Ou seja, mais tempo esperando.
~> Em alguns templates, não dá pra ver a palavra de confirmação e o botão “Postar comentário”, tem que ficar dando tab pra mudar o foco.
~> Não consigo comentar utilizando o Firefox.
~> Depois que o comentário for feito, se a pessoa quiser continuar no blog e ler outros posts, tem que carregar a página de novo. Ou seja, mais demora pra carregar tuuuudo de novo.


Resumo: Eu NÃO recomendo.

Janela popup
Vantagens
~> Página é mais limpa e, portanto, abre mais rápido.
~> O blog continua aberto, facilitando para o usuário que quer continuar lendo os outros posts, sem precisar carregar novamente.
~> A palavra de confirmação aparece de uma vez, sem precisar de um clique a mais como na opção anterior. 


Desvantagens

~> Algumas pessoas não gostam de popup (se bem que eu acho besteira alguém bloquear um popup de um serviço do Google).
~> Não computa visita nas ferramentas estatísticas.


Resumo: EU RECOMENDO. 


Nova janela
Vantagens
~> Página é mais limpa (assim como o popup) e, portanto, abre mais rápido.
~> Por ser a opção intermediária, pode agradar a gregos e troianos 


Desvantagens
~> Não computa visita nas ferramentas estatísticas.
~> Depois que o comentário for feito, se a pessoa quiser continuar no blog e ler outros posts, tem que carregar a página de novo. 


Resumo: Eu recomendo se não der mesmo pra colocar o popup. 


É isso! Se você tiver alguma dúvida sobre como alterar a opção dos comentários ou qualquer outra questão relacionada aos blogs, fique à vontade para falar. Se eu puder ajudar, pode contar comigo. :) 


1 Opinião de quem visita vários blogs e gosta de comentar, mas também opinião de quem trabalha com desenvolvimento de sites e sabe como a coisa funciona.

Deu a louca na Cinderela



Uma aliança de malfeitores liderada por Frieda (Sigourney Weaver) pretende dominar o mundo dos contos de fadas. Mas quando Cinderela, ou apenas Ela (Sarah Michelle Gellar), percebe que sua madrasta está prestes a arruinar sua participação nas histórias encantadas, ela torna-se a líder do grupo de rebeldes que tenta impedir os planos de Frieda e seus companheiros malvados.

Segunda-feira, 2 de novembro de 2009... Feriado. Minha mãe trabalhando, meu pai dormindo, minha irmã do meio saiu com o namorado e a mais nova ouvindo música no quarto. E eu totalmente sem inspiração tentando escrever meus textos pro blog. Eis que na Sessão da Tarde começa a passar Deu a louca na Cinderella1. Vamos ver: Eu gosto de animações, desenhos, contos de fadas, filmes infantis e etc; Há tempos que eu não vejo um conto de fadas; Eu não tenho nada melhor pra fazer mesmo! Rsrsrsrs, essa explicação toda é só pra dizer que eu não prestei muita atenção no filme. Uma pessoa semi-hiperativa-entediada não é lá referência muito boa pra fazer resenhas, mas eu vou fazer assim mesmo.


A história é  contada por Rick2, o braço direito do príncipe encantado-babaca que é amigo-apaixonado da Cinderella. O reino dos contos de fadas é governado por um mago que resolve sair de férias e deixa tudo sob o controle de seus ajudantes Mango e Mambo (ou Timão e Pumba, se preferirem). 


No começo é  aquela coisa que todo mundo já sabe, a Cinderella vai ao baile com a ajuda da fada-madrinha e talz. O príncipe se apaixona por ela, mas no exato momento em que eles estão se beijando, a madrasta má  toma o controle do reino e decide acabar com os finais felizes, Cinderella se transforma de novo na moça simples que é e o príncipe idiota nem percebe o que aconteceu. O príncipe some enquanto Cinderella e Rick, ajudados por Timã... ops, Mango e Mambo e os 7 anões tentam vencer a madrasta, que reúne os lobos-maus e as bruxas pra ir atrás dela e destruí-la.


O final da história é bem previsível, mas se você não sacou ainda, pare por aqui pra não ler SPOILER: Cinderella e Rick se casam com todas as despesas pagas pelo príncipe. A madrasta é mandada pro pólo norte e tudo volta ao normal.


Bom... Já que eu não tinha mais nada pra fazer, o filme quase conseguiu prender minha atenção... Hehe... Não é um filme que eu pagaria pra ver. Meio confuso pro meu gosto, com um monte de personagens dos contos aparecendo e outros tradicionalmente importantes sumindo do nada. Tipo o príncipe, que passa o tempo todo folheando um livro sobre contos de fadas pra saber qual será o futuro dele. Ou as irmãs feiosas da Cinderella que só aparecem no início. E a moral da história já é tão clichê quanto o ‘era uma vez’: Em vez de procurar o amor perfeito nos braços do príncipe inacessível, olhe para o lado e agarre o seu melhor amigo.


Nota: 5


1 De onde que esse povo tira os nomes pros filmes em português, hein??? No original é Happily Never After, que literalmente seria Felizes para nunca. Tá certo que a tradução literal é estranha e não faz muito sentido em português, mas podiam dar um título um pouco mais significativo, né?
2 Tá bom, admito: O fato do cara se chamar Rick chamou a minha atenção mais do que o filme em si, hauhauhauhauah.

Senhora - José de Alencar


Aurélia fica noiva de Fernando, um rapaz apaixonado, mas que se deixa envolver pelas aparências da vida social. Premido por dificuldades econômicas, o rapaz pensa resolver a situação casando-se com uma moça rica. Assim, desmancha o compromisso com Aurélia. Entretanto, com a morte do avô, Aurélia recebe uma grande herança, enriquecendo. Movida pelo despeito, decide tentar 'comprar' seu ex-noivo. Está disposta, no entanto, a confessar-lhe que ainda o ama e o quer, se ele mostrar dignidade, recusando a proposta degradante.

Lembram de quando eu falei que queria ler alguns clássicos da literatura (brasileira e universal)? Foi nesse post aqui. Há alguns dias terminei o primeiro com a sensação de “por que eu demorei tanto pra ler esse livro”?

Senhora é um romance lindo! Forte, intenso, mas ao mesmo tempo, leve e poético. Do jeito que mulher gosta. Aliás, rola total de fazer uma adaptação chick-lit, porque Aurélia deve ter ser a bisavó das protagonistas “bem resolvidas e doidas pra se casar com o grande amor de suas vidas”.

A personalidade dos personagens foi o que mais me agradou. Acho que todo mundo deve saber do que se trata a história, então vou falar abertamente – e nem acho que seja spoiler, porque só vou contar o mote da trama e não o desenvolvimento. Mas se você não sabe e não quer saber nadica de nada a respeito, por favor, pule o parágrafo seguinte.

Então, o romance entre Aurélia e Fernando é um pouco atípico simplesmente porque ela compra o casamento. Isso mesmo, ela é uma herdeira rica e linda que quer se casar e ele um pobretão aparecido que só quer saber de ficar bem na sociedade. Perfeito, ela compra o cara. Qualquer semelhança com a personagem da novela das 19h – como é mesmo o nome dela? - que compra o bonitão do Sérgio Marone será mera coincidência??? Não sei se o autor da novela se inspirou na obra de José de Alencar, mas que a história é muuuuuuuuito parecida, isso é!

Bom, não vou ficar contando tudo o que acontece, mas posso dizer que é um romance lindo e com um final surpreendente. Ta bom, nem foi tão surpreendente considerando que a anta curiosa aqui leu a última página antes. Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço! Leia o livro na ordem correta, do princípio ao fim e não o contrário que você irá apreciar melhor, rsrsrs.

Beijos